segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Noite do Vinil - o retorno
Caros admiradores do projeto Noite do Vinil, aguardem para breve o seu retorno em novo ambiente. Estamos fechando os detalhes para a reabertura. Até Breve!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Noite do Vinil de casa nova em 2010

Noite do Vinil de casa nova em 2010
O Projeto Noite do Vinil criado em 2008 com o objetivo de perpetuar a cultura do disco de vinil ao completar dois anos de atividades, passa por uma reestruturação e inicia o ano de 2010 com local e data novos, isso para garantir cada vez mais qualidade na realização do evento. Nesta nova etapa, tendo como cenário o Relicário Bistrô, às sextas-feiras serão comandadas num revezamento de Djs. A cada semana um tema ou músico será comandado no toca-discos do bar para deleite de aficionados nos bolachões.
Pop Rock nacional e internacional, Black music, Soul, Românticas, Temas de Novelas, Brega, Discoteca, Grunge, Chorinho, MPB, Bossa, Malditos, Samba, como também artistas como Michael Jackson, Beatles, James Joplin, Bob Marley, Elvis Presley, Roberto Carlos, Maria Bethania, Caetano Veloso, Chico Buarque, Raul Seixas, Roberto Ribeiro, entre tantos outros. Essa foi uma pequena parte do que foi apresentado ao longo dos dois anos de atividades. Como também, algumas homenagens como a São Jorge, aos Campistas, a abolição da escravatura, a Woodstock, entre inúmeras outras edições.
Nesse tempo, o projeto extrapolou o local de realização do encontro, sendo apresentado em diversas oportunidades, como em comemorações de instituições como nos 80 anos da Associação de Imprensa Campista, no aniversário do Jeep Clube de São João da Barra, no Fórum de Qualificação Profissional da Faculdade de Filosofia de Campos no SESC Mineiro de Grussaí, na roda de Samba do Psicodélicos e fez parte da programação de verão do Farol de São Thomé em 2009.
O projeto criado pelo colecionador Wellington Cordeiro conseguiu também aglutinar outros colecionadores de vinil campistas, que estavam até então com seus acervos guardados em casa sem oportunidade de audição coletiva, como é a proposta do encontro. Se juntaram na empreitada os colecionadores Romualdo Braga, Marcio Aquino, Aucilene Freitas, Ranieri e Juca. Além de pessoas com acervos pequenos que também faziam questão de compartilhar com os freqüentadores.
Em 2010 surgiu outra novidade, projeto ganhou uma novidade é a adesão do Vinil nas programações musicais do SESC Campos, primeiramente com o projeto Tropicália nos dias 25 de março, 8 e 15 de abril às 19h, abrindo a programação musical das noites. Rolando Mutantes, Caetano Veloso, Jorge Mautner, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. A parceria neste projeto está sendo com o colecionador Marcio Aquino. Já nos meses de abril e maio, o vinil estará presente no projeto Pop Rock, também do SESC Campos, com parceria com o colecionador Romualdo Braga.
O Projeto Noite do Vinil criado em 2008 com o objetivo de perpetuar a cultura do disco de vinil ao completar dois anos de atividades, passa por uma reestruturação e inicia o ano de 2010 com local e data novos, isso para garantir cada vez mais qualidade na realização do evento. Nesta nova etapa, tendo como cenário o Relicário Bistrô, às sextas-feiras serão comandadas num revezamento de Djs. A cada semana um tema ou músico será comandado no toca-discos do bar para deleite de aficionados nos bolachões.
Pop Rock nacional e internacional, Black music, Soul, Românticas, Temas de Novelas, Brega, Discoteca, Grunge, Chorinho, MPB, Bossa, Malditos, Samba, como também artistas como Michael Jackson, Beatles, James Joplin, Bob Marley, Elvis Presley, Roberto Carlos, Maria Bethania, Caetano Veloso, Chico Buarque, Raul Seixas, Roberto Ribeiro, entre tantos outros. Essa foi uma pequena parte do que foi apresentado ao longo dos dois anos de atividades. Como também, algumas homenagens como a São Jorge, aos Campistas, a abolição da escravatura, a Woodstock, entre inúmeras outras edições.
Nesse tempo, o projeto extrapolou o local de realização do encontro, sendo apresentado em diversas oportunidades, como em comemorações de instituições como nos 80 anos da Associação de Imprensa Campista, no aniversário do Jeep Clube de São João da Barra, no Fórum de Qualificação Profissional da Faculdade de Filosofia de Campos no SESC Mineiro de Grussaí, na roda de Samba do Psicodélicos e fez parte da programação de verão do Farol de São Thomé em 2009.
O projeto criado pelo colecionador Wellington Cordeiro conseguiu também aglutinar outros colecionadores de vinil campistas, que estavam até então com seus acervos guardados em casa sem oportunidade de audição coletiva, como é a proposta do encontro. Se juntaram na empreitada os colecionadores Romualdo Braga, Marcio Aquino, Aucilene Freitas, Ranieri e Juca. Além de pessoas com acervos pequenos que também faziam questão de compartilhar com os freqüentadores.
Em 2010 surgiu outra novidade, projeto ganhou uma novidade é a adesão do Vinil nas programações musicais do SESC Campos, primeiramente com o projeto Tropicália nos dias 25 de março, 8 e 15 de abril às 19h, abrindo a programação musical das noites. Rolando Mutantes, Caetano Veloso, Jorge Mautner, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. A parceria neste projeto está sendo com o colecionador Marcio Aquino. Já nos meses de abril e maio, o vinil estará presente no projeto Pop Rock, também do SESC Campos, com parceria com o colecionador Romualdo Braga.
Relicário Bistrô
Um bar com ambiente aconchegante que reabre suas portas para abrigar projetos culturais como A Noite do Vinil e o Sarau Será o Benedito? Que acontecem às sextas e os sábados respectivamente. O local tem tudo a ver com essa nova proposta de ser um diferencial na cultura noturna da cidade, possui uma decoração super transada em estilo retro (anos 50, 60 e 70). Está localizado na Av. 28 de Março, nº 48 - Campos.
Mercado de Toca Discos
O mercado de toca-discos voltou com força total com inúmeros lançamentos. Os atuais aparelhos vêm com inovações tecnológicas, como saída USB que facilita a ligação do aparelho ao computador. Exemplo é o aparelho lançado pela empresa ION - o Toca-Discos ION TT USB que apresenta uma nova maneira de arquivar gravações de vinil para o seu computador. O toca-discos de tração por correia possui uma porta USB para arquivar gravações em iTunes e outros softwares populares. O Software EZ Vinyl Converter 2 para PC e o software EZ Audio para Mac estão incluídos. O software fornece uma maneira fácil de digitalizar áudio gravado para software iTunes. O software incluído também melhora a qualidade de áudio ao remover estalos e batidas.
Analógico X Digital
Entusiastas defendem a superioridade do vinil em relação às mídias digitais em geral (CD, DVD e outros). O principal argumento utilizado é o de que as gravações em meio digital cortam as freqüências sonoras mais altas e baixas, eliminando harmônicos, ecos, batidas graves, "naturalidade" e espacialidade do som. Estas justificativas não são tecnicamente infundadas, visto que a faixa dinâmica e resposta do CD não supera em todos os quesitos as do vinil. Especialmente quanto se trata de nuances que nos sistemas digitais são simulados através de técnicas de dithering.
Polysom
Em constante crescimento em vendas em todo o mundo, o mercado de vinis estará especialmente aquecido a partir de agora com a reinauguração da Polysom. Única fábrica de vinis da América Latina, a Polysom estava desativada desde outubro de 2007. Comprada pelos proprietários da Deckdisc em abril de 2009, passou por uma obra civil de grandes proporções e começou a operar nesse início do ano. A Polysom vai atender todos os selos e gravadoras do Brasil e da América Latina. Os primeiros lançamentos (nas lojas em março) serão 4 títulos da própria Deckdisc: “Cinema” (Cachorro Grande), “Onde Brilhem os Olhos Seus” (Fernanda Takai), “Fome de Tudo” (Nação Zumbi) e “Chiaroscuro” (Pitty).
Feira do Vinil
No próximo domingo dia 11 de abril, enquanto acontece a maior feira de vinil do mundo, na Holanda, o Rio terá uma parecida, numa iniciativa do sebo Baratos da Ribeiro Com participação de diversos Djs comandarão sua pick-ups para incrementar a festa. Os participantes poderão também comprar discos novos e usados. A feira acontece no Cinematheque no bairro de Botafogo de 12h às 21h.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Noite do Vinil encerra atividades do ano com muito samba
Noite do Vinil encerra atividades do ano com muito samba
O Samba será o tema da última edição da Noite do Vinil deste ano. O projeto que acontece desde 2008 já entrou pro calendário cultural alternativo do município. Para encerrar com chave de ouro, a programação abre alas para o ritmo mais brasileiro que é o samba. Na noite será apresentado desde os pioneiros como Noel Rosa e Cartola, como também os contemporâneos, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Bezerra da Silva, entre outros. Haverá ainda uma homenagem aos sambistas campistas como Roberto Ribeiro, Aluizio Machado, Joel Teixeira, Delcio Carvalho e Eli Miranda.
O grupo de adeptos do projeto fará um amigo oculto de vinil que marcará a confraternização dos freqüentadores da noite. A idéia é que cada um leve um vinil e que o sorteio aconteça na hora do evento o que causará muita surpresa na hora da entrega dos presentes (LPs). Mesmo aqueles que não possuam vinis ou aqueles que não queiram se desfazer de seus acervos, poderão participar adquirindo um LP em um dos sebos da cidade.
Outra confraternização marcará a noite, já que a rede blogueira da cidade resolveu aderir à Noite do Vinil para a realização de sua festa de fim de ano.
A Noite do Vinil acontece na quarta-feira, dia 23 de dezembro, a partir das 22h, na Taberna Dom Tutti que fica na rua das Palmeiras, 13.
O grupo de adeptos do projeto fará um amigo oculto de vinil que marcará a confraternização dos freqüentadores da noite. A idéia é que cada um leve um vinil e que o sorteio aconteça na hora do evento o que causará muita surpresa na hora da entrega dos presentes (LPs). Mesmo aqueles que não possuam vinis ou aqueles que não queiram se desfazer de seus acervos, poderão participar adquirindo um LP em um dos sebos da cidade.
Outra confraternização marcará a noite, já que a rede blogueira da cidade resolveu aderir à Noite do Vinil para a realização de sua festa de fim de ano.
A Noite do Vinil acontece na quarta-feira, dia 23 de dezembro, a partir das 22h, na Taberna Dom Tutti que fica na rua das Palmeiras, 13.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Noite do Vinil celebra o Chorinho
Noite do Vinil celebra o ChorinhoO Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. Os conjuntos que o executam são chamados de regionais e os músicos, compositores ou instrumentistas, são chamados de chorões. Apesar do nome, o gênero é em geral de ritmo agitado e alegre, caracterizado pelo virtuosismo e improviso dos participantes, que precisam ter muito estudo e técnica, ou pleno domínio de seu instrumento. O choro é considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil e difícil de ser executado.
Nilze Carvalho
Nilze Carvalho
Nilze começou a tocar cavaquinho aos 5 anos de idade, e aos 6 já se apresentava em público, na Rádio Solimões, na extinta TV-Rio e no Fantástico da TV-GLOBO. Dos 11 aos 14 anos, gravou, como bandolinista, a série de LPs “Choro de Menina” em quatro volumes.
Aos 15 anos iniciou sua carreira internacional, tocando e cantado nos melhores teatros e casas de show da Argentina, Itália, Espanha, França e Suíça. Excursionou pela China e Austrália; passou um ano nos Estados Unidos e, entre idas e vindas, sete anos no Japão. Voltou ao Brasil em 1998 para lançar o CD “Chorinhos de Ouro” e ingressar na faculdade de música.
Em 2002, participou do show “O Samba é a Minha Nobreza” de Hermínio Bello de Carvalho e “Lembranças Cariocas” de Lefê Almeida.
É uma das maiores revelações da nova geração de cantoras de samba, apresentando-se semanalmente nas casas do circuito cultural da Lapa, como “Carioca da Gema”, Centro Cultural Carioca e Rio Scenarium.
Faz parte do grupo Sururu na Roda que já tem dois CDs lançados, sendo que no último (Fina Flor/2004), divide a interpretação de “A Rita” com o autor Chico Buarque.
Com produção artística e musical do maestro Ruy Quaresma, faz agora sua estréia cantando, em CD solo lançado pela FINA FLOR.
Nilze, em parceira com o pai Cristino Ricardo, mostra seu lado compositora em três sambas e uma toada. Cristino fez ainda a bela letra de “Evocação de Jacob”, o famoso choro-canção de Avena de Castro. Agenor de Oliveira é o autor dos versos de “Valsa do Sonho” de Paulinho Lemos.
Como não poderia deixar de ser, Nilze esbanja talento e virtuosismo no solo de bandolim que fez em homenagem a Jacob.
Esse CD pretende fazer com que Nilze assuma, definitivamente, seu lugar de destaque - que ela anda merecendo há tempos – ao lado dos grandes nomes da música brasileira, não só pelo que já fez com seu bandolim, mas pelo conjunto da obra, como violonista, cavaquinista, cantora, compositora e exemplo de profissional.
O que mais me emociona na Nilze é a sua musicalidade. Quando ela foi convidada uma semana antes para entrar no elenco do espetáculo “O Samba é a Minha Nobreza”, ninguém acreditava que ela seria capaz de lembrar das mais de 40 músicas do roteiro.
A música, para Nilze, é uma coisa muito simples, espontânea.”
(Cristina Buarque)
Discografia em LP:
Choro de menina (1981) CID LP
Choro de menina Volume 2 (1982) CID LP
Choro de menina Volume 3 (1983) CID LP
Choro de menina Volume 4 (1984) CID LP
Aos 15 anos iniciou sua carreira internacional, tocando e cantado nos melhores teatros e casas de show da Argentina, Itália, Espanha, França e Suíça. Excursionou pela China e Austrália; passou um ano nos Estados Unidos e, entre idas e vindas, sete anos no Japão. Voltou ao Brasil em 1998 para lançar o CD “Chorinhos de Ouro” e ingressar na faculdade de música.
Em 2002, participou do show “O Samba é a Minha Nobreza” de Hermínio Bello de Carvalho e “Lembranças Cariocas” de Lefê Almeida.
É uma das maiores revelações da nova geração de cantoras de samba, apresentando-se semanalmente nas casas do circuito cultural da Lapa, como “Carioca da Gema”, Centro Cultural Carioca e Rio Scenarium.
Faz parte do grupo Sururu na Roda que já tem dois CDs lançados, sendo que no último (Fina Flor/2004), divide a interpretação de “A Rita” com o autor Chico Buarque.
Com produção artística e musical do maestro Ruy Quaresma, faz agora sua estréia cantando, em CD solo lançado pela FINA FLOR.
Nilze, em parceira com o pai Cristino Ricardo, mostra seu lado compositora em três sambas e uma toada. Cristino fez ainda a bela letra de “Evocação de Jacob”, o famoso choro-canção de Avena de Castro. Agenor de Oliveira é o autor dos versos de “Valsa do Sonho” de Paulinho Lemos.
Como não poderia deixar de ser, Nilze esbanja talento e virtuosismo no solo de bandolim que fez em homenagem a Jacob.
Esse CD pretende fazer com que Nilze assuma, definitivamente, seu lugar de destaque - que ela anda merecendo há tempos – ao lado dos grandes nomes da música brasileira, não só pelo que já fez com seu bandolim, mas pelo conjunto da obra, como violonista, cavaquinista, cantora, compositora e exemplo de profissional.
O que mais me emociona na Nilze é a sua musicalidade. Quando ela foi convidada uma semana antes para entrar no elenco do espetáculo “O Samba é a Minha Nobreza”, ninguém acreditava que ela seria capaz de lembrar das mais de 40 músicas do roteiro.
A música, para Nilze, é uma coisa muito simples, espontânea.”
(Cristina Buarque)
Discografia em LP:
Choro de menina (1981) CID LP
Choro de menina Volume 2 (1982) CID LP
Choro de menina Volume 3 (1983) CID LP
Choro de menina Volume 4 (1984) CID LP
Quarta-feira, dia 16 de dezembro a partir das 22h na Taberna Dom Tutti, na Rua das Palmeiras, 13
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Black music na Noite do Vinil
Black music na Noite do VinilA música negra ou black music - também conhecida como música afro-brasileira ou música afro-americana - é um termo dado a todo um grupo de gêneros musicais que emergiram ou foram influenciados pela cultura de descendentes africanos. As músicas tribais africanas foram trazidas pelos escravos para os países americanos, onde se mesclaram com outros ritmos europeus, formando novos gêneros musicais, como: Axé Music, Carimbó, Funk, Maracatu, Samba, Rap, Reggae, Funk, Jazz, Soul, Rock and Roll e outros
E é um pouco disso tudo que ouviremos nesta quarta-feira, dia 9 de dezembro, a partir das 22h na Noite do Vinil que acontece na Taberna Don Tutti, que fica na rua das palmeiras, 13.
Nos encontramos lá!
E é um pouco disso tudo que ouviremos nesta quarta-feira, dia 9 de dezembro, a partir das 22h na Noite do Vinil que acontece na Taberna Don Tutti, que fica na rua das palmeiras, 13.
Nos encontramos lá!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Rock Nacional oitentista na Noite do Vinil
Rock Nacional oitentista na Noite do Vinil
Estamos no ano de 2009 mas parece que ninguém quer esquecer o clima oitentista. Principalmente da música. A década perdida trouxe o fim da ditadura e com ela uma explosão de criatividade. No cenário musical, o surgimento de bandas como Titãs, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Capital Inicial, Ultraje a Rigor, Barão Vermelho, Blitz, Kid Abelha, Lobão, Lulu Santos... Era o chamado rock brazuca que fez e ainda faz a cabeça de muitos nostálgicos. E aproveitando o clima de saudosismo que nunca passa, a Noite do Vinil desta semana apresenta os grandes representantes dessa época majestosa do rock nacional.
Dia 25 de Novembro a partir das 22h
Taberna Dom Tutti
Rua das Palmeiras, 13
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Noite do Vinil - banda Led Zeppelin
Noite do Vinil - banda Led ZeppelinAntecipando o show em tributo a banda Led Zeppelin na quinta-feira, dia 19 de novembro no SESC Campos às 20h, a Noite do Vinil presta sua homenagem a essa importante representante do rock mundial.
A Noite do Vinil acontece na Quarta-feira, dia 18 de novembro, a partir das 22h, na Taberna Dom Tutti – Rua das Palmeiras, 13.
Biografia da banda Led Zeppelin:
Eles são os inventores de um rock pesado que ficou conhecido como heavy metal. Mas o Led Zeppelin fez muito mais do que isso. Houve raros momentos na história do rock em que se reuniram quatro músicos com tamanho talento e capazes de compor um repertório tão primoroso. Os nove discos originais lançados pelo grupo em pouco mais de dez anos são repletos de obras-primas. Todos eles.
Do resgate das raízes do blues a experimentações sonoras bem à frente de seu tempo, o Led Zeppelin rapidamente se tornou uma das grandes bandas da história do rock. Aliás, eles inauguraram a era das grandes bandas, dos grandes shows, das grandes turnês e dos grandes exageros que caracterizariam boa parte da o rock a partir dos anos 70. Sua importância entre os monstros sagrados da música jovem era tal que durante décadas todo garoto que começava a tocar guitarra tinha como sonho aprender “Starway to Heaven”, um dos clássicos do repertório do Led Zeppelin e uma das canções mais executadas pelas rádios em todos os tempos.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Noite do Vinil Mostra obra do Campista Joel Teixeira
A Noite do Vinil desta Semana mostra o trabalho de um sambista campista pouco conhecido na sua terra natal. Joel Teixeira, grande sambista que chegou a fazer turnê até no Japão. É a oportunidade de conferirmos a qualidade sonora deste campista bom de samba.
Quarta-feira, dia 11 de novembro
Local: Taberna Dom Tutti
A partir das 22h
Joel Teixeira
Nascido em Campos, em 3 de maio de 1948, o sambista Joel Teixeira se revelou como cantor no programa de Herval Manhães, na Radio Campista Afonsiana. Filho caçula de Julia Claudino e Pedro Teixeira Filho, foi criado em rodas de jongo que a mãe promovia no quintal da casa em Ururaí. Antes de chegar ao radio cantou em circos e em parques de diversões.
Com 17 anos de idade fugiu para o Rio de Janeiro numa carona de caminhão. Na mesma semana se inscreveu como calouro no “Programa do Chacrinha”, então na TV Excelsior do Rio de Janeiro. A música “Opinião” de Zé Kéti, com a qual foi o melhor calouro da noite, lhe serviu também para as apresentações no programa “Na onda do Jair”, do Jair de Taumaturgo, na TV Rio, e “A grande Chance”, de Flávio Cavalcante, na TV Tupi.
Flávio Cavalcante, aliás, foi o maior incentivador da carreira de Joel Teixeira, a quem deu o título de “defensor das mulheres”, por causa das composições “O homem que bate em mulher é covarde”, de Joel Teixeira e B. Barbosa; “A mulher merece perdão”, de Joel e Pedro Antônio; e “Mulher boa é a de casa”, de Jorge Bento e Pedro Antônio.
A primeira gravação, em 1975, aconteceu num “pau de sebo”, disco que reúne vários interpretes. Cantou duas faixas: “Falsa Traição”, de Marinho e Neguinho do Bandolim; e “Quero ser o seu dono”, de Joel Teixeira e Carlito Cavalcanti. No ano seguinte foi levado por Zuzuca, do Salgueiro, para o Bloco Bafo de Bode, de Jacarepaguá, para o qual gravou o samba enredo “Festa Junina em Dia de Carnaval”, de Luís Antônio e Carlito Cavalcanti.
Contratado pela EMI-Odeon, em 1978 lançou o primeiro LP “Bom dia Amor”, em que a música título, de autoria do próprio intérprete e Pedro Antônio chegou às paradas de sucesso. Lançada no Japão, “Bom dia Amor” faz parte da antologia musical japonesa e abriu as portas do Japão para o cantor que fez temporada de seis meses, com 33 apresentações em 28 cidades do país.
Desde então os discos foram freqüentes. Em 1979 foi “Amanheceu”, que teve como principal destaque a faixa “Samba, madrugada e violão”, de Luiz Ayrão e Sidiney da Conceição.
Quarta-feira, dia 11 de novembro
Local: Taberna Dom Tutti
A partir das 22h
Joel Teixeira
Nascido em Campos, em 3 de maio de 1948, o sambista Joel Teixeira se revelou como cantor no programa de Herval Manhães, na Radio Campista Afonsiana. Filho caçula de Julia Claudino e Pedro Teixeira Filho, foi criado em rodas de jongo que a mãe promovia no quintal da casa em Ururaí. Antes de chegar ao radio cantou em circos e em parques de diversões.
Com 17 anos de idade fugiu para o Rio de Janeiro numa carona de caminhão. Na mesma semana se inscreveu como calouro no “Programa do Chacrinha”, então na TV Excelsior do Rio de Janeiro. A música “Opinião” de Zé Kéti, com a qual foi o melhor calouro da noite, lhe serviu também para as apresentações no programa “Na onda do Jair”, do Jair de Taumaturgo, na TV Rio, e “A grande Chance”, de Flávio Cavalcante, na TV Tupi.
Flávio Cavalcante, aliás, foi o maior incentivador da carreira de Joel Teixeira, a quem deu o título de “defensor das mulheres”, por causa das composições “O homem que bate em mulher é covarde”, de Joel Teixeira e B. Barbosa; “A mulher merece perdão”, de Joel e Pedro Antônio; e “Mulher boa é a de casa”, de Jorge Bento e Pedro Antônio.
A primeira gravação, em 1975, aconteceu num “pau de sebo”, disco que reúne vários interpretes. Cantou duas faixas: “Falsa Traição”, de Marinho e Neguinho do Bandolim; e “Quero ser o seu dono”, de Joel Teixeira e Carlito Cavalcanti. No ano seguinte foi levado por Zuzuca, do Salgueiro, para o Bloco Bafo de Bode, de Jacarepaguá, para o qual gravou o samba enredo “Festa Junina em Dia de Carnaval”, de Luís Antônio e Carlito Cavalcanti.
Contratado pela EMI-Odeon, em 1978 lançou o primeiro LP “Bom dia Amor”, em que a música título, de autoria do próprio intérprete e Pedro Antônio chegou às paradas de sucesso. Lançada no Japão, “Bom dia Amor” faz parte da antologia musical japonesa e abriu as portas do Japão para o cantor que fez temporada de seis meses, com 33 apresentações em 28 cidades do país.
Desde então os discos foram freqüentes. Em 1979 foi “Amanheceu”, que teve como principal destaque a faixa “Samba, madrugada e violão”, de Luiz Ayrão e Sidiney da Conceição.
“Amanheceu
Vou sair pra minha luta
Mais um dia de labuta
Pra ganhar dinheiro meu
Antes de ir
Acalento os guris
Dou um abraço em minha sogra
Na minha mulher dou um beijo feliz”
Vou sair pra minha luta
Mais um dia de labuta
Pra ganhar dinheiro meu
Antes de ir
Acalento os guris
Dou um abraço em minha sogra
Na minha mulher dou um beijo feliz”
No ano seguinte lançou “Quando o sal brilhar” de Joel Teixeira e Pedro Antônio, uma das músicas mais executadas no carnaval do Rio; em 1982 foi o “Ciúme da Viola”, música título de Joel Teixeira e Carlito Cavalcanti, disco que revelou “Canto amigo”, de Noca da Portela; em “Um sorriso amigo”, de 1984, Joel incluiu o samba “Minha terra”, homenagem à mulher campista, composição feita em parceria Mauro Silva e Noca da Portela para o Bloco Recreativo Unidos do Capão (Bruc), de Campos.
O maior sucesso da carreira de Joel Teixeira aconteceu no LP “Do jeito que o povo gosta”, de 1985, com o pagode do cumprade, de Flávio Moreira e Jorge Bento:
O maior sucesso da carreira de Joel Teixeira aconteceu no LP “Do jeito que o povo gosta”, de 1985, com o pagode do cumprade, de Flávio Moreira e Jorge Bento:
“Ô cumprade, a cumadre mandou lhe dizer (bis)
Que o senhor tá na gandaia
A criança não tem o que comer.
Outro grande disco foi “Bom de Samba e de Pagade”, de 1988, que apresentou o sucesso “Mane Carvoeiro”, de Djalminha e Bicalho:
“Trabalho bom
Eu já disse que é do Mane Carvoeiro
Anda sujo o dia todo
E cheira pó o ano inteiro
Pó de carvão
Que a vizinha se aporrinha
Batendo saco
Oi levanta a muinha Carvoeiro
Diz que pó de carvão suja
Mas o pó não é sujeira.
Que o senhor tá na gandaia
A criança não tem o que comer.
Outro grande disco foi “Bom de Samba e de Pagade”, de 1988, que apresentou o sucesso “Mane Carvoeiro”, de Djalminha e Bicalho:
“Trabalho bom
Eu já disse que é do Mane Carvoeiro
Anda sujo o dia todo
E cheira pó o ano inteiro
Pó de carvão
Que a vizinha se aporrinha
Batendo saco
Oi levanta a muinha Carvoeiro
Diz que pó de carvão suja
Mas o pó não é sujeira.
O último e, talvez, mais importante trabalho trabalho da carreira de Joel Teixeira, foi iniciado em 1989, com o projeto do show “Samba Sim Sinhô”, dirigido por Paulo Moura, que foi lançado em 1990, no Clube do Remo, em Belém do Pará, e percorreu várias cidades brasileiras. A pesquisa e escolha do repertório foram feitas por Ricardo Cravo Albim. O disco gravado em 1992 teve a participação de Zezé Motta na faixa Não quero saber mais dela”. Relançado em julho de 1999, no Asa Branca, para ser mostrado também em todo o Estado do Rio, o show foi remodelado pelo novo diretor Adelzon Alves e pelo cavaquinista Wagner do Cavaco, autor de novos arranjos.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Soul Music no Vinil

Soul Music no Vinil
A Noite do Vinil desta quarta-feira, dia 4 de novembro será de muita Soul Music, artistas como James Brown, Marvin Gaye, Aretha Franklin, Wilson Picket, Tim Maia (nosso maior representante no estilo), Toni Tornado, Gérson King Combo e muitos outros, serão executados no tradicional toca discos. O evento acontece na Taberna Don Tutti, Rua das Palmeiras, 13, a partir das 22h.
Um pouco da história do tema:
No início dos anos 50, nos Estados Unidos, os filhos e netos dos antigos escravos costumavam migrar para o sul do país em busca de emprego e melhores condições de vida, por ali ser uma área altamente industrializada. São os anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, época de reivindicação dos direitos das minorias marginalizadas pela sociedade, vítimas da segregação racial. Nessas condições excepcionais apareceu um novo estilo que logo ganharia o mundo: o soul. Mistura de rhythm & blues e os spirituals (música de teor religioso), esse conjunto de vozes sensuais, lamentos amorosos e emocionais hinos de afirmação racial consolidou-se na década de 60 graças, principalmente, a uma impressionante explosão artística inigualável na história da música. Com um ritmo contagiante, e altamente dançante, o soul rapidamente se estabeleceu como um estilo musical de grande popularidade, e logo nomes como James Brown, Marvin Gaye, Aretha Franklin, Wilson Picket, e muitos outros ganharam enorme projeção. Ainda nos anos 60 seria criada uma importante gravadora, especializada nesse gênero, a Mowtow, que tinha em seu cast os principais nomes do soul, e foi de grande importância na divulgação e consolidação do gênero. A influência e a força que esse gravadora deu ao ritmo era tanta, que até virou denominação de um estilo, o "som Mowtow". Pouco depois, outra gravadora também especializada em black music foi criada, a Staxx, que também tinha em seu cast nomes importantes, como Isac Hayes, por exemplo. No Brasil, a influência do soul também foi enorme, e pode-se citar por exemplo, entre seus representantes Tim Maia (nosso maior representante no estilo), Toni Tornado, Gérson King Combo, Cassiano, Hildon, sem esquecer de Roberto Carlos, que entre o fim dos anos 60 e o início dos 70, gravou várias músicas com a batida soul.
Noite do Vinil especial – Trash Metal
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Noite do Vinil - João Nogueira
Noite do Vinil - João Nogueira
Dia 21 de outubro de 2009
A partir das 22h
Taberna Dom Tutti
Rua das Palmeiras, 13
João Nogueira
Nascido em 12/11/1941, faleceu em 05/06/2000
Carioca, aprendeu a tocar violão com o pai, o advogado e músico João Batista Nogueira. Na adolescência começou a compor sambas para os blocos carnavalescos do bairro do Méier, onde morava, até que em 1968 sua composição "Espera, ó Nega" foi gravada por um grupo de sambistas. Sua estréia profissional foi em 1970, quando Elizeth Cardoso gravou sua música "Corrente de Aço", inserindo João Nogueira definitivamente no meio musical. Como compositor, teve músicas gravadas por diversos intérpretes como Elis Regina, Clara Nunes, Emílio Santiago, Beth Carvalho, Alcione e outros. Em 1971 ingressou na ala dos compositores da Portela (com o samba "Sonho de Bamba") e foi fundador da escola de samba Tradição. Lançou em 1974 o LP "E Lá Vou Eu", um de seus grandes sucessos, seguido por "Vem que Tem", "Espelho" e vários outros discos. Entre os sucessos desses lançamentos, "Mineira" (com P.C. Pinheiro), "Chorando pelos Dedos" (com Claudio Jorge) e "O Passado da Portela" (Monarco). Foi fundador, ao lado de outros sambistas, do Clube do Samba, para preservar e divulgar o samba carioca. O LP "Clube do Samba" foi lançado pela Polygram em 1980, incluindo "Súplica" (com P.C. Pinheiro) e "Enganadora" (Monarco/ A. Lopes). Outros sambas interpretados por João Nogueira que se tornaram populares são "Se Segura, Segurança" (com Edil Pacheco/ Dalmo Castelo), "É Disso que o Povo Gosta" (Carlinhos Vergueiro), "Cachaça de Rolha" (com P.C. Pinheiro).
Nascido em 12/11/1941, faleceu em 05/06/2000
Carioca, aprendeu a tocar violão com o pai, o advogado e músico João Batista Nogueira. Na adolescência começou a compor sambas para os blocos carnavalescos do bairro do Méier, onde morava, até que em 1968 sua composição "Espera, ó Nega" foi gravada por um grupo de sambistas. Sua estréia profissional foi em 1970, quando Elizeth Cardoso gravou sua música "Corrente de Aço", inserindo João Nogueira definitivamente no meio musical. Como compositor, teve músicas gravadas por diversos intérpretes como Elis Regina, Clara Nunes, Emílio Santiago, Beth Carvalho, Alcione e outros. Em 1971 ingressou na ala dos compositores da Portela (com o samba "Sonho de Bamba") e foi fundador da escola de samba Tradição. Lançou em 1974 o LP "E Lá Vou Eu", um de seus grandes sucessos, seguido por "Vem que Tem", "Espelho" e vários outros discos. Entre os sucessos desses lançamentos, "Mineira" (com P.C. Pinheiro), "Chorando pelos Dedos" (com Claudio Jorge) e "O Passado da Portela" (Monarco). Foi fundador, ao lado de outros sambistas, do Clube do Samba, para preservar e divulgar o samba carioca. O LP "Clube do Samba" foi lançado pela Polygram em 1980, incluindo "Súplica" (com P.C. Pinheiro) e "Enganadora" (Monarco/ A. Lopes). Outros sambas interpretados por João Nogueira que se tornaram populares são "Se Segura, Segurança" (com Edil Pacheco/ Dalmo Castelo), "É Disso que o Povo Gosta" (Carlinhos Vergueiro), "Cachaça de Rolha" (com P.C. Pinheiro).
A noite terá o acervo do colecionador Márcio Aquino.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Noite do Vinil - grupos de samba
A Noite do Vinil desta quarta-feira, dia 14 de outubro vai reunir grandes grupos de samba, como Demônios da Garoa, Originais do Samba, Nosso Sampa, Exporta Samba e Fundo de Quintal. A noite promete muita samba de qualidade com os verdadeiros grupos de samba formados anteriormente à febre dos grupos de pagode.A Noite do Vinil acontece na Taberna Dom Tutti, rua das palmeiras, 13 a partir das 22h.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Noite do Vinil 13 anos sem Renato Russo
Renato Russo: Especial de aniversário - 13 anos sem o ídolo do RockA Noite do Vinil desta semana, na quarta-feira dia 7 de outubro, antecipa as homenagens ao grande ídolo do rock nacional, Renato Russo, líder da Banda Legião Urbana, que no dia 11 de outubro completa 13 anos de morte.
Quarta-Feira, 7 de outubro às 22h
Local: Taberna Dom Tutti
Rua das palmeiras, 13 – Turf Clube
Renato Russo
Renato Manfredini Jr. (o "Russo" de seu nome artístico é em homenagem ao pensador francês Jean-Jacques Rousseau, ao pintor Henri Rousseau e ao filósofo Bertrand Russel) nasceu no dia 27 de março de 1960. Na clínica Santa Lúcia, Humaitá, Rio de Janeiro, não muito longe da Lagoa Rodrigo de Freitas, e de seu apartamento na rua Nascimento da Silva, onde ele viveu seus últimos momentos de vida.
Uma criança normal, que "aproveitava os dias de chuva", como ele mesmo dizia. Adorava livros e filmes. Leu muito quando morou nos EUA no período de 1967 a 69, quando retornou ao Brasil, Ilha do Governador.
Em 73 a família Manfredini muda-se para Brasília por motivos profissionais (o pai de Renato era funcionário do Banco do Brasil. Aos 15 anos, Renato tem epifisiólise, doença virótica que degenerou a cartilagem que ligava seu fêmur esquerdo à bacia. Vítima de erro médico,
Renato sentia dores terríveis, que o deixou por um ano e seis meses se movimentando de muletas e cadeira de rodas. Ficou melhor depois de fisioterapia no Hospital
Sarah Kubitschek.
Em 79 o jornal inglês Melody Maker publica uma carta de Renato em protesto a morte do baixista do Sex Pistols, Sid Vicious. E já com seus 18 anos de idade, foi convidado a dar as boas vindas ao príncipe Charles que estava em visita ao país.
Renato - músico
Seu sonho sempre foi ter uma banda, juntou-se com Fê Lemos (atual baterista do capital Inicial) e André Petrórius, lançando a banda Aborto Elétrico. Com a morte de André (vítima de overdose) e as divergências de opiniões de Fê e Renato, a banda chega ao fim. Renato chegou a tocar sozinho, mas logo se uniu com Marcelo Bonfá (ex-Metralhas), Eduardo Paraná e Paulo Paulista (ambos deixaram a banda). Ico Ouro-Preto (irmão de Dinho Ouro-Preto), chega a fazer o 1º show da banda, mas acaba desistindo, trocando a música pela fotografia. Por fim, entra Dado Villa-Lobos formado definitivamente o Legião Urbana.
A banda sobreviveu até o fim com os três integrantes. O baixista Renato Rocha chegou a fazer parte da banda em seu auge, mas por indisciplina e "loucura" (segundo Dado), o Negrete deixa o grupo.
Foram diversos CDs lançados, mais de 12 milhões de cópias vendidas. Renato
Russo era carismático, polêmico, inquieto, amigo e chato quando queria ser. Em um show em Natal (RN), em 1992, depois de uma apresentação, o cantor chegou eufórico no hotel, bebeu a noite toda. Os outros integrantes conseguiram dormir e quando acordaram foram a um passeio pela cidade. Ao perceber que estava só, Renato começou a quebrar tudo: "Estão todos se divertindo? Então acabou!", assim ele encerrou a turnê no Brasil.
Um show em Brasília, no Estádio Mané Garrincha, no dia 18 de junho de 1988, teve como resultado de uma baderna 385 pessoas feridas, 60 detidas pela PM e 64 ônibus depredados. Tudo começou quando uma pessoa saltou da platéia para o palco e deu uma chave de pescoço em Renato, que bateu com o microfone na cabeça do rapaz. O público começou arremessar objetos no palco sobre toda a banda.
"Quando vocês vão atingir a maioridade? Eu consegui chegar onde queria. E vocês?", desafiava o cantor.
Homossexual assumido desde os 18 anos (para sua família, o público só soube em 89), Renato tratava sua orientação sexual como um mártir e ao mesmo tempo um tabu. Chegou a ter um filho, Giuliano Manfredini, que desde pequeno vive com a mãe de Renato, Maria do Carmo. Seu relacionamento mais duradouro foi com o americano Robert Scott Hickman. Descobriu que era portador do vírus HIV quando estava internado numa clínica de desintoxicação.
Em junho de 1996, a saúde de Renato não ia bem, sentia muitos dos efeitos colaterais do coquetel AZT. Perdeu 20 quilos e só ficava na cama. Um médico, uma enfermeira e seu pai o acompanhavam. Dado Villa-Lobos foi o último amigo a visitar o cantor. Renato Russo morreu três dias depois da visita de Dado, à 1h15 do dia 11 de outubro de 1996.
Discografia
- Legião Urbana (1984): Primeiro disco da banda, com diversas músicas gravadas por outros cantores: "Será" (Simone), "Por Enquanto" (Cássia Eller), "Baader-Meinhol Blues" (Charlie Brown Jr.), entre outras.
- Dois (1986): Marcado pela briga de Renato Russo com a direção da EMI-Odeon, que não permitia que o disco fosse duplo. Com "Daniel na cova dos leões" e "Quase sem querer", Renato passa sutilmente sua homossexualidade.
- Que País É Esse? (1987): Formado por músicas do grupo Aborto Elétrico. Bonfá acredita que era para dar um tempo e o próximo disco sair melhor. "Faroeste
Caboclo" e "Eu Sei" fazem parte desse disco.
- As Quatro Estações (1989): Disco que Renato assume de vez sua homossexualidade na música "Meninos e Meninas". "Pais e Filhos", faixa deste disco, é considerado o maior sucesso da banda.
- V (1991): Músicas que retratam drogas e a impunidade. "Teatro dos Vampiros" e "Metal contra as nuvens" são desse disco.
- Músicas para acampamento (1992): Com diversos sucessos em versões ao vivo, o álbum duplo veio para suprir a falta de shows. Possui a inédita "A Canção do Senhor da Guerra".
- O Descobrimento do Brasil (1993): A banda tenta ser o mais simples possível, era desejo do grupo que as crianças entendessem suas músicas. "Perfeição" e "Giz"fazem parte do álbum.
- A Tempestade ou O Livro dos Dias
(1996): O CD mais melancólico da banda. Temas como AIDS, suicídio, despedida estão no disco. Último CD de estúdio do Legião Urbana com Russo vivo.
- Em Uma Outra Estação (1997): Um CD póstumo, vêm com músicas que não entraram nos álbuns anteriores. "Clarisse" e "Antes das Seis" são canções desse disco.
- Mtv Ao Vivo - Legião Urbana
(1999): Gravado em 1992, traz músicas do Legião com arranjos diferentes. Conta com a música do grupo Menudos "Hoje a noite não tem luar".
- Como É Que Se Diz Eu Te Amo (2001): Um CD duplo ao vivo sem cortes. Traz uma versão irreverente da música "O Pintinho Amarelinho".
- The Stonewall Celebration Concert (1993): Primeiro disco solo de Renato Russo, que homenageia os 20 anos do massacre contra homossexuais nos EUA.
- Equilíbrio Distante (1995): Apenas músicas italianas, marcando a fase mais romântica do cantor. "Strani Amore" e "La Solitudine" fazem parte desse CD.
- O Último Solo (1997): Carlos Trilha foi o produtor de todos os álbuns-solo de Russo. Neste CD ele reuniu músicas que não entraram nos outros dois discos solo.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Noite do Vinil Funk Metal
Eric BurdonNoite do Vinil Funk Metal
dia 23/09/2009, 4ª feira - 22hs na Taberna Don Tutti - Rua das PalmeirasCcom acervo e comando do DJ Juca. O Funk metal é uma forma de rock alternativo, que mescla técnicas canoras e riffs característicos do metal e funk. Caracteriza-se pelo uso de riffs bastante pesados típicos do heavy metal, o baixista toca ritmos característicos de funk (incorporando a técnica do slap às vezes em rock alternativo, os compositores se aproximam de rimas "estilo-hip hop".
A noite contará com acervo e comando do DJ Juca.
Exemplos: Eric Burdon, Infectious Grooves, Primus, Red Hot Chili Peppers (primeiros trabalhos), Incubus (primeiros trabalhos), Living Colour, Rage Against the Machine e Faith No More.
Origens estilísticas: Funk, Funk rock, Heavy metal, Ocasionalmente Rap metal
Contexto cultural: meados da década de 1980, Estados Unidos
Instrumentos típicos: Baixo - Guitarra eléctrica - Bateria - Teclado - Voz - Rap
Popularidade: Moderada, Baseada nos Estados Unidos
Gêneros de fusão: Nu metal
1. Bandas do gênero
1. Bandas do gênero
Faith No More - http://www.youtube.com/watch?v=7g4L47kEcS0
Infectious Grooves - http://www.youtube.com/watch?v=fikFPX6KLdE
Jane's Addiction - http://www.youtube.com/watch?v=YdSr88U1M5A
Living Colour - http://www.youtube.com/watch?v=sxjo28Jmy_c
Porno for Pyros - http://www.youtube.com/watch?v=scJuNQtYlZE
Rage Against the Machine - http://www.youtube.com/watch?v=Yn3uiLZY9Jg
Red Hot Chili Peppers - http://www.youtube.com/watch?v=abrKM1Z_te8
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Alceu Valença na Noite do Vinil

Alceu Valença na Noite do Vinil
A Noite do Vinil da próxima quarta, dia 16/09/09, na Taberna Don Tutti, após 22h, vai destacar o músico pernambucano Alceu Valença. Nascido em 1º de julho de 1946, na cidade de São Bento do Una, no sertão pernambucano, Alceu lá viveu até os onze anos, quando sua família se mudou para o Recife. Na capital o menino Alceu foi perdendo aos poucos seu jeito agreste do interior, e foi se urbanizando. Em casa de amigos ouvia principalmente Elvis Presley e Roberto Carlos, mas carregava sempre na memória o seviço de alto-falante da praça de sua cidade tocando Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e artistas de sua região.Nunca estudou música, e sempre foi um músico intuitivo. Aos dezesseis anos ganhou um violão, que levava nas excursões da escola. Começou a compor na adolescência, ainda sem um estilo definido. Suas composições daquela época, sambas e baladas, soavam falsas para sua realidade e formação, e então passou a se enveredar pelo frevo, xote, maracatu e baião.Após se formar em Direito, e descobrir que nunca seria um bom advogado, Alceu decidiu seguir a carreira de músico e compositor. Mudou-se então para o Rio de Janeiro em 1970, e passou a participar de festivais de música, sendo mais um dentre tantos outros compositores em busca de um espaço. Nessa época desenvolvu uma parceria com outro compositor pernambucano que também tentava iniciar uma carreira no Rio, Geraldo Azevedo. Dessa parceria nesceu o disco Alceu Valença & Geraldo Azevedo, produzido praticamente sem recursos.Em 1974 Alceu finalmente lançava seu primeiro trabalho-solo, pela Som Livre: Molhado de Suor. A partir desse disco sua carreira começou a ganhar projeção, e seu estilo ficaria marcado pela fusão da música nordestina com o rock.Hoje Alceu Valença é um músico reconhecido não só no Brasil como internacionalmente, já tendo se apresentado em vários países europeus e em importantes festivais internacionais, como o de Montreux, na Suiça.Vivendo entre o Rio e Olinda, para onde sempre que pode se refugia, Alceu Valença nunca perdeu suas raízes pernambucanas.
O acervo é por conta do colecionador Marcio Aquino.
Taberna Dom Tutti
dia 16 de setembro a partir das 22h
Rua das Palmeiras, 13
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Noite da Aucilene
Noite da AucileneAmanhã tem NOITE do VINIL tá, gente? Avisando em cima da hora, mas em tempo. O que vai rolar? Nem te conto!Brincadeira... conto, sim.Vai rolar OS MEUS, OS SEUS, OS NOSSOS... É que Wellington tá com febre, dor de garganta e deu 2 espirros. Pronto! Já enfiamos ele num banheira de álcool em gel e proibimos ele de aparecer por lá. Quarentena. Então eu vou fazer a Noite assim: levos os MEUS vinis que mais gosto... você aproveita e leva os SEUS... Aí vira NOSSOS e a gente faz a NOITE não deixando a peteca cair. Combinado?Então, amanhã, dia 09/09/09 (cabalístico isso.. credo!) - a partir das 21h (eu posso chegar mais cedo... ahaa!!), lá na Taberna Don Tutti.
A gente se vê!
A gente se vê!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Djavan e Gil no Vinil
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Elvis não Morreu: Noite do Vinil homenageia o Rei do Rock
Elvis não Morreu: Noite do Vinil homenageia o Rei do RockElvis Aaron, ou melhor Elvis Presley – o rei do Rock, nasceu em 8 de janeiro de 1935, em uma pequena cabana no Mississipi, e faleceu em 16 de agosto de 1977, em uma mansão em Memphis, Tennessee. Pelas muitas conquistas e vitórias, a vida de Elvis é uma fascinante história. Mesmo atualmente, 30 anos após a sua morte, ainda há muita gente que afirma: Elvis não morreu!
Talvez por causa de sua origem humilde, Elvis sempre foi aceito pelos seus fãs como "um deles", uma honra que fama, riqueza ou celebridade nenhuma pode mudar. Elvis deu acesso sem precedentes e sincero aos seus fãs durante toda sua vida, fãs estes que tornaram impossível que ele tivesse uma vida normal.
Embora Elvis Presley tenha morrido em 1977, com apenas 42 anos de idade, o seu nome, a sua música e a sua imagem ainda chamam a atenção do público. O período após sua morte foi marcado por controvérsias, idolatria, ridicularização e comercialismo: policiais discutiram o papel das drogas na sua morte, organizações musicais homenagearam suas conquistas, a mídia ridicularizou os fãs e os exploradores fizeram muito dinheiro com tudo isso. Das manchetes dos jornais até o topo dos prêmios e das homenagens, Elvis continuou a ser notícia. A morte não foi o fim da carreira de Elvis, foi apenas um marco de outra fase.
As histórias de que Elvis está vivo e a enorme quantidade de publicidade que rodeia essa situação ajudaram a redesenhar o Elvis histórico em um herói folclórico norte-americano com suas particularidades e significado simbólico como Davy Crockett ou Wyatt Earp. Como um ícone, Elvis Presley pode evocar inúmeras idéias, inclusive rebeldia, sucesso, excesso e a glória e os problemas da fama. Como um herói folclórico, ele inspira casos e mais casos e histórias exageradas e manipuladas para ilustrar qualquer uma dessas idéias.
Nos anos desde sua morte, Elvis Presley tem sido extremamente homenageado e muito criticado. Em alguns momentos, um símbolo poderoso de revolução, em outras, uma piada nacional, embora sempre lembrado como o Rei do Rock. A sua coroa está intacta, apenas um pouco gasta pelas críticas, pela exploração e pela publicidade. É um título adequado porque mostra o tamanho de uma carreira extraordinária e porque nos faz lembrar de música - seu verdadeiro legado à cultura norte-americana.
Noite do Vinil
Quarta-feira, 26 de agosto a partir das 22h
Taberna Dom Tutti
Rua das palmeiras, 13
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Noite do Vinil presta homenagem ao Maluco Beleza

Noite do Vinil presta homenagem ao Maluco Beleza nos 20 anos de sua morte
Antecipando o Tributo em homenagem ao maluco beleza - Raul Seixas, que acontecerá na sexta-feira, dia 21 na praça do SENAI às 22h, a Noite do Vinil dessa quarta, dia 19, na Taberna Dom Tutti, vai homenagear o guru da Sociedade Alternativa, o magro abusado, o indefinível Raul Seixas.
Raul
Falar de Raul Seixas significa falar da essência do rock brasileiro. Poucos artistas nesse país conseguiram impôr de forma tão marcante sua personalidade, e deixaram sua marca de forma tão expressiva como Raul Seixas. Ele costumava dizer que queria deixar sua impressão digital no planeta, e hoje, vinte anos após sua morte, seu nome continua em evidência, uma façanha nesse país tão sem memória, que costuma esquecer tão rapidamente seus ídolos. Ao contrário, a legião de fãs que acompanha Raul sempre se renova, e hoje é comum encontrar entre seus maiores fãs jovens que nasceram depois de seu desaparecimento, em 21 de agosto de 1989.
Raul como artista foi filósofo, anarquista, palhaço, contestador, mas acima de tudo um autêntico rocker, capaz de incendiar multidões com seu enorme carisma no palco. Compositor dos mais inspirados, conseguia atingir com suas músicas, todas as classes sociais e culturais com a mesma força, provando que sua música tem um alcance enorme, e consegue unir qualidade e popularidade.
Taberna Dom Tutti
Rua das Palmeiras, 13
22h
Assinar:
Postagens (Atom)


