segunda-feira, 20 de abril de 2009

Noite do Vinil Reggae

Colaborou com a Arte: Brain Dead... O Abominável!


Aproveitando o mês dedicado ao reggae no evento Raízes do Reggae, promovido pelo SESC, a Noite do Vinil da próxima quarta na Taberna Dom Tutti vai destacar o ritmo jamaicano. O reggae é uma música rica de ritmo, mas ao mesmo tempo primitiva e tribal. O reggae é hipnótico, é uma música de transe, uma tempestade cultural. Uma grande parte da atração que o reggae exerce sobre a audiência ocidental baseia-se na cólera e no protesto que as letras engajadas encerram.Servindo de porta-voz da filosofia rastafari, o reggae começou a ganhar o mundo nos nos 70, com a ascenção internacional da carreira de seu maior profeta e divulgador, Bob Marley. A partir daí outros nomes que fizeram e fazem a história do reggae também foram ganhando destaque, como Peter Tosh, Jimmy Cliff, Lee Perry, Linton Kwesi Jonhson, Augustus Pablo, Yellowman, e muitos outros. E são alguns desses nomes que a Noite do Vinil - Reggae irá apresentar na próxima quarta-feira.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Noite do Vinil - Alcione

A Noite do Vinil desta semana vai ser marron. Será apresentado os Lps gravados por Alcione. Com sua voz marcante que conquistou seu espaço no mundo do samba. São poucas as mulheres que quebraram a barreira do domínio masculino neste estilo musical, marcado pela boemia e pela malandragem. Dificuldade maior ainda para ela, vinda do Maranhão e adentrando o gueto carioca.
O Vinil acontece nesta quarta-feira, dia 15 de abril às 22h na Taberna Dom Tutti, localizado à Rua das Palmeiras, 13, próximo ao Parque Alzira Vargas (atrás do Churrasquinho do Luiz na 28 de março).

Alcione
Cantora. Instrumentista. Compositora.

O pai, João Carlos Dias Nazareth, foi mestre de banda da Polícia Militar de São Luís do Maranhão e professor de música. Foi ele quem lhe ensinou, ainda cedo, a tocar diversos instrumentos de sopro, como o clarinete, que começou a estudar aos 13 anos. Com essa idade, tocava e cantava em festas de amigos e familiares.

Sua primeira apresentação foi aos 12 anos, na Orquestra Jazz Guarani, da qual seu pai era integrante. Certa noite, o crooner da orquestra ficou rouco, sendo substituído pela menina, que, mais tarde, ficou conhecida como "Marrom". Na ocasião cantou com sucesso a música "Palma branca" e o fado "Ai, Mouraria".

Em 1968 mudou-se para o Rio de Janeiro indo trabalhar em uma loja de discos.

Começou cantando na noite, levada pelo cantor Everardo, que ensaiava no Little Club, boate situada no conhecido Beco das Garrafas, reduto histórico do nascimento da bossa nova, em Copacabana.

Destacou-se ao vencer as duas primeiras eliminatórias do programa "A Grande Chance", de Flávio Cavalcanti. Nessa mesma época, assinou o primeiro contrato profissional com a TV Excelsior, apresentando-se no programa "Sendas do Sucesso". Depois de seis meses nessa emissora, realizou uma turnê de quatro meses pela América Latina.

Em 1970, viajou também à Europa, onde ficou por dois anos, principalmente na Itália. Nessa época, costumava apresentar-se com o cantor Emílio Santiago, na boate "Preto 22", de Flávio Cavalcanti, em Ipanema, Rio de Janeiro.

Em meados dos anos 70, foi para São Paulo apresentar-se no "Blow-up", onde conheceu o cantor Jair Rodrigues, que a levou para a gravadora PolyGram, na qual no ano de 1972 gravou o primeiro compacto simples, no qual constavam "Figa de Guiné" (Reginaldo Bessa e Nei Lopes) e "O sonho acabou".

Lançou outros compactos simples e viajou, em 1973, para o México.

Em 1974, participou do "Festival da Canção Portuguesa". No ano seguinte, gravou, pela Philips, um compacto duplo com quatro sambas-enredo: Mangueira, São Carlos, Padre Miguel e Salgueiro. Ainda neste ano, lançou, pela mesma gravadora, o primeiro LP, "A voz do samba", no qual interpretou "Acorda que eu quero ver" (Carlos Dafé), "É amor... Deixa doer" (Mita), "Aruandê" (Edil Pacheco e Nélson Rufino) e "Batuque feiticeiro" (Candeia). Devido a dois grandes sucessos do disco, "Não deixe o samba morrer" (Edson e Aluísio) e "O surdo" (Totonho e Paulinho Rezende), ganhou o primeiro "Disco de Ouro".

Em 1976, lançou o LP "Morte de um poeta", do qual se destacaram os sucessos "Lá vem você" (Totonho, Paulinho Rezende e Zayrinha), "Morte de um poeta" (Totonho e Paulinho Rezende) e "É melhor dizer adeus" (Mita). No disco foi incluída também a composição "Jesuino Galo Doido" (Antonio Carlos e Jocafi), trilha sonora do filme "Pastores da Noite", baseado em obra de Jorge Amado.

O disco de 1977, "Pra que chorar", vendeu 400 mil cópias, consagrando-a como cantora nacionalmente conhecida. Desse disco, despontaram vários sucessos de sua carreira, como "Ilha de maré" (Lupa e Walmir Lima), "Pedra que não cria limo" (Vevé Calazans e Nilton Alecrim), "Pandeiro é meu nome" (Venâncio e Chico da Silva) e a faixa-título "Pra que chorar" (Baden Powell e Vinicius de Moraes). No ano seguinte, em 1978, lançou o LP "Alerta Geral", nome do programa de música popular brasileira da Rede Globo, dirigido por Augusto César Vannucci e escrito por Ricardo Cravo Albin, comandado pela "Marrom" durante dois anos. Desse disco, várias composições fizeram sucesso, entre elas "Sufoco" (Chico da Silva e Antonio José), "Entre a sola e o salto" (Giberto Gil), "Eu sou a marrom" (Roberto Corrêa e Sylvio Son) e "Zelão" (Sérgio Ricardo).

Em 1979, com a composição "Gostoso veneno", de Wilson Moreira e Nei Lopes, ficou em primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o país. A música deu título ao LP, que trouxe, entre outras, "Menino sem juízo" (Paulinho Rezende e Chico Roque), "Rio antigo" (Nonato Buzar e Chico Anísio) e "Dia de graça" (Candeia). Um ano depois, ainda pela gravadora Philips, lançou o disco "E vamos à luta", no qual interpretou "Meu dia de graça" (Dedé da Portela e Sérgio Fonseca), "Quadro de Ismael" (Carlos Dafé e Toninho Lemos), "Eu sei" (Cartola), faixa que contou com a participação especial do compositor, e, ainda, a faixa-título, de autoria de Gonzaguinha.

Em 1981, no LP "Alcione", interpretou "Minha filosofia" (Aluízio Machado), "Novo amor" (Arlindo Cruz e Rixxa), "O pandeiro é meu" (Zé do Maranhão e Cidney Rocha) e "Pintura sem arte" (Candeia).

Em 1982 lançou o disco "Vamos arrepiar" pela BMG. Neste mesmo ano, em comemoração aos dez anos de carreira fonográfica, sua gravadora lançou a coletânea "Alcione dez anos depois", na qual foram reunidos alguns de seus sucessos. No ano seguinte, pela gravadora RCA, lançou o LP "Almas & corações", disco no qual incluiu uma composição de sua autoria, "Amor em tom menor", em parceria com Nilton Barros, além de outros sucessos, como "Um ser de luz" (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), música em homenagem à Clara Nunes, falecida naquele ano e de quem fora amiga por muito tempo. Anos mais tarde, Alcione viria a lhe prestar outra homenagem.

Em 1984, no disco "Da cor do Brasil", interpretou "A luz do vencedor" (Candeia e Luiz Carlos da Vila), "Mangueira Estação Primeira" (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) e "Roda ciranda" (Martinho da Vila), faixa que contou com a participação especial de Maria Bethânia.

Em 1985, destacou-se com a gravação da música "Nem morta", no LP "Fogo da Vida". Deste mesmo disco, outras composições tornaram-se sucesso, como "Mesa de bar" (Gonzaguinha) e "Ara-Keto" (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro).

Em 1987, no disco "Nosso nome: resistência", incluiu "Ou ela ou eu" (Flávio Augusto e Carlos Rocha), "Afreketê" (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro) e "Raio de luar" (Dauro do Salgueiro e Nei Lopes), entre outras. No ano posterior, ainda pela gravadora RCA, lançou o LP "Ouro & cobre", no qual interpretou "Toque macio" (Alberto Gino), "Vizinha faladeira" (Arlindo Cruz, Luiz Carlos da Vila e Acyr Marques) e a faixa-título "Ouro & cobre" (Anézio e Wilson Bombeiro).

Em 1992, lançou o LP "Pulsa coração", no qual interpretou "Delírios de amor" (Chico Roque e Carlos Colla), "Mironga do mato" (Wilson Moreira e Nei Lopes) e "Coração brasileiro" (Arlindo Cruz, Franco e Acyr Marques).

Em 1995, participou do disco-homenagem "Clara Nunes com vida", no qual fez dueto (com voz incluída posteriormente) com Clara Nunes na faixa "Sem companhia" (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro).

Informações:
http://www.dicionariompb.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Luiz Melodia no Vinil

A Noite do Vinil desta semana se rende ao talento de Luiz Melodia. O cantor terá seus bolachões executados na quarta-feira na Taberna Dom Tutti, a partir das 22h. O acervo é do colecionador campista Marcio Aquino.
Taberna Dom Tutti – Rua das Palmeiras, 13. Próximo ao Parque Alzira Vargas.

Luiz Melodia
Luiz Melodia tem música até no nome. Nasceu no Rio de Janeiro, mais precisamente no Morro do Estácio, no dia 7 de janeiro de 1951.
Sua trajetória foge um pouco do esperado. O que se imagina que aconteça com um músico que cresceu no morro, no meio do samba? Ora, que seja um sambista! Mais Luiz Melodia foi por um caminho diferente. Não recusa suas origens musicais nascidas do samba, mas foi mais além. Assimilou uma musicalidade que absorve vários estilos. Na verdade, criou uma forma muito particular de composição. E foi exatamente isso que fez com que sua música chamasse atenção de algumas pessoas. Entre elas, Torquato Neto e Wally Salomão. Quando ouviram "Pérola Negra", se impressionaram com a força de sua poesia urbana. Gal Costa veio a gravá-la no disco "Gal a Todo o Vapor" de 72. Era esse o estímulo que faltava para a carreira de um tal de Luiz Carlos dos Santos, o nosso Luiz Melodia (esse sobrenome veio do nome artístico do pai, Oswaldo dos Santos, o Oswaldo Melodia ).
A partir daí começou uma carreira solidificada sobre um estilo irrequieto, elegante e diferente. Passou por fases difíceis e por outros momentos onde suas composições estavam na boca do povo. "Estácio Eu e Você" e "Ébano" são alguns dos sucessos que Luiz Melodia deixou para a música popular brasileira. É um artista que exala classe, personalidade e carisma.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Noite do Vinil - Grunge

Você sabe o que significa "grunge"? Já ouviu falar? Não?!
A próxima Noite do Vinil (dia 01/04/09) - e não é mentira!! - será voltada para este estilo musical. O acervo dos vinis será do Ranieri e do Juca . Abaixo um release sobre o estilo musical, seus representantes etc., pra que a gente tenha uma noção do que vamos ouvir na noite do dia 1º de abril, na Taberna Don Tutti, após as 22 horas, como de costume.

"Grunge é o nome dado ao movimento musical de Seattle iniciado no fim dos anos 80, um movimento que se diferenciava do Rock que era tocado na época. Foi preciso dar um nome a essa explosão musical que estava se tornando a nova moda, e Grunge (que quer dizer algo como sujo em inglês) foi a escolha. Um ponto que explica a quantidade de bandas na cidade de Seattle pode estar relacionado ao clima sempre chuvoso, transformando as características da cidade em sombria e tediosa. Muitos garotos não tinham o que fazer a não ser montar uma banda na sua garagem. A banda Cheap Rum de Santa fé, que deu o pontapé inicial, em plenos anos 70. em 78, na tentativa de misturar o country rock, com o rock progressivo, gerava um som novo, que por s inal, mudaria sua geração.
Especula-se que o termo "grunge" em si tenha sido apenas o nome dado pela mídia e adotado pelo público a essa explosão de bandas vindas de Seattle e suas proximidades. Essas bandas pertenciam a um círculo underground e tocavam diversos tipos de rock de maneira alternativa e descompromissada, sem muitos conhecimentos musicais ou estilos fixos. As bandas na verdade não possuem, necessariamente, semelhança musical, cada uma possui influências diferentes e características particulares, como em qualquer movimento, porém, todas enfrentavam a mesma realidade; existem semelhanças nos temas e comportamento destas bandas. Associa-se ao grunge, na mídia principalmente, bandas como Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden, Pearl Jam, Mudhoney, Mother Love Bone, Cheap Rum, Temple of the Dog, Screaming Trees, Stone Temple Pilots e outras bandas que pegaram carona nesse movimento como L7 e Hole."

Este texto foi extraído do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Grunge

segunda-feira, 23 de março de 2009

Campistas em Vinil


Campistas em Vinil

O município de Campos faz 174 anos no próximo dia 28 de março e o projeto Noite do Vinil fará uma homenagem aos artistas campistas que gravaram Lps ao longo de suas carreiras. O encontro acontece na quarta-feira, dia 25 de março às 22h na Taberna Dom Tutti, rua das palmeiras, 13.
Entre os homenageados estão três importantes sambistas: Roberto Ribeiro - consagrado no mundo do samba como um dos melhores intérpretes de todos os tempos – Aluísio Machado e Delcio Carvalho. Zezé Mota também se fará presente através de um disco. Uma preciosidade será um Lp do cantor romântico Evaldo Braga. Entre os artistas ainda em atividade, a noite mostrará o trabalho de Dom Américo, ou Oswaldão como também é conhecido. Da safra “baiana” teremos a Banda Traz a Massa. No samba ainda teremos a Banda Obra Prima e uma coletânea da rádio 97 Fm. Os representantes do rock serão a Avyadores do Brazyl e a 4º reich.


terça-feira, 17 de março de 2009

Legião Urbana no vinil e nos palcos

Legião Urbana no Vinil
Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo; temos todo tempo do mundo. (Legião Urbana)

“É impressionante como o culto a Legião Urbana e em especial a Renato Russo vem atravessando as gerações”. (http://romualdobraga.blogspot.com)

A Noite do Vinil desta semana fará uma homenagem a Legião que ainda hoje é cultuada pelas diversas gerações. Então, não percam: Quarta-feira, dia 12 de novembro às 22h na Taberna Dom Tutti na rua das Palmeiras, 13

Só pra lembrar que no dia seguinte, quinta-feira às 20h haverá a apresentação da peça “Renato Russo” com o ator Bruce Gomlevsky no palco do SESI.

A Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock ativa entre 1982 e 1996. Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias por mês. O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996. (wikpedia).

terça-feira, 10 de março de 2009

Retorno do Projeto do Vinil




Disco de Vinil volta a ser tocado nas noites de quarta-feira

A noite em que é proibido se ouvir as novas tecnologias sonoras como CD e MP3 está de volta. Trata-se da Noite do Vinil, um projeto que visa preservar a audição do som mecânico do disco de vinil, conhecido popularmente como LP ou bolachão. A reabertura do projeto acontece hoje, quarta-feira às 22h na Taberna Dom Tutti, que fica na Rua das Palmeiras, 13.
O projeto Noite do Vinil teve início há exatamente um ano por iniciativa do colecionador de discos de vinil, Wellington Cordeiro que procurou um local para dividir com amigos e apreciadores do som nostálgico dos Lps. “Eu já ouvia em casa, mas queria reunir mais pessoas em torno do vinil, como encontrei o local foi só levar meu toca-discos, escolher a trilha sonora e curtir a noite com muita música de qualidade”, afirmou Wellington.
Em um ano de atividades, sempre às quartas-feiras, muitos artistas e gêneros passaram pelo toca-discos oficial. Nelson Gonçalves, Legião Urbana, Maria Bethânia, Chico Buarque e o campista Roberto Ribeiro, entre outros grandes nomes da música nacional e internacional já foram tocados no projeto. As noites são sempre temáticas, já aconteceram especiais de Bossa Nova, Brega, Black, Samba, Rock nacional e internacional e Boemia.
As coleções particulares também ganharam espaço, muitos colecionadores surgiram para democratizar seus acervos. Como Márcio Aquino com uma noite dedicada aos artistas malditos (Sérgio Sampaio e Jorge Mautner, por exemplo), Romualdo Braga com o rock nacional dos anos 80, Marcelo Pirica com o rock internacional e Gustavo Sofiatt com Rock progressivo, como também o Fã Clube de Roberto Carlos com a obra do rei. “Não imaginava a quantidade de colecionadores que existiam em Campos, depois que iniciei o projeto, passei a ter contato com diversas pessoas que , assim como eu, curtem manter o acervo de discos” comentou Wellington.
Em 2009 o projeto manterá o formato do ano passado, acontecendo sempre às quartas-feiras a partir das 22h. Assim como o repertório que continuará sendo escolhido para atender a demanda, sendo dedicada aos artistas e aos gêneros musicais. Este ano o projeto vai contemplar as datas comemorativas, como datas de nascimento de artistas ou até mesmo aniversário de morte.
O repertório de hoje a noite ficará por conta do rei da música, Roberto Carlos. A sugestão foi feita pelo seu fã-clube em Campos que tem na presidência Beto Siqueira, que mantém um grande acervo de discos. Essa é a segunda participação do fã-clube de Roberto Carlos na Noite do Vinil. No ano passado, a edição comemorativa do rei foi muito prestigiada. Clássicos como Detalhes, Outra Vez, Como é grande o meu amor por você, Emoções, Como vai você, Cavalgada, O Portão, As Curvas da estrada de Santos, Além do Horizonte e Jesus Cristo puderam ser ouvidas e certamente serão tocadas na noite de hoje.
Para as próximas edições estão sendo estudadas opções como o Grunge que é uma "ramificação" de hardcore punk, heavy metal e rock alternativo do final dos anos 1980 e começo da década de 1990 que possui entre expoentes Nirvana, Alice in Chains, Pearl Jam e Skid Row. A sugestão do grunge partiu de um fã do gênero que foi na última edição e ficou empolgado com o projeto. Há grandes chances de ser contemplado já na próxima semana, dia 18. No dia 25 de março, véspera do aniversário da cidade de Campos vai acontecer uma homenagem aos artistas campistas, como Roberto Ribeiro, Evaldo Braga, Oswaldo Américo, Banda Obra Prima e as bandas de rock, 4º reich e Avyadores do Brazil.
O projeto Noite do Vinil tem angariado cada vez mais vinis para seu acervo. Seja através de aquisições em lojas especializadas em Campos, Rio de Janeiro e São Paulo, ou através de doações particulares de pessoas que não tem mais interesse em guardar seus discos. Garanto que os discos terão uma funcionalidade positiva, sendo preservados e curtidos por pessoas que gostam de uma boa música. “Quem tiver interesse em doar seus discos é só ligar para (22) 99697840 que iremos buscar”, afirmou Wellington,